Curas Proibidas
Terapias alternativas e não tóxicas representam uma perda potencial de trilhões de dólares para medicamentos alopáticos e empresas farmacêuticas
By Ken Adachi, Editor
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August 2002
Tradução: Andre Wormsbecker
Introdução e Visão Geral
Existem diversas terapias de cura alternativas que funcionam tão bem e custam tão pouco (em comparação aos tratamentos convencionais), que a Medicina Organizada, a Food & Drug Administration (FDA) e seus senhores na Indústria Farmacêutica prefeririam que o público não soubesse da existência delas. O motivo é óbvio: terapias alternativas e não-tóxicas representam uma possível perda de bilhões de dólares para a medicina alopática (à base de medicamentos) e para as empresas farmacêuticas.
Os “Três Grandes” (Medicina Organizada, FDA e Indústria Farmacêutica) estiveram envolvidos coletivamente, por boa parte dos últimos 70 anos, em uma conspiração médica para influenciar corpos legislativos, tanto em nível estadual quanto federal, com o objetivo de criar regulações que promovam o uso da medicina baseada em drogas, ao mesmo tempo em que criam mecanismos restritivos e controladores (licenciamento, aprovações governamentais, etc.) para limitar e sufocar a disponibilidade de abordagens alternativas. Essa conspiração para restringir e eliminar a concorrência das terapias não farmacológicas começou com o Relatório Flexner de 1910.
Abraham Flexner foi contratado por John D. Rockefeller para viajar pelo país e “avaliar” a eficácia das terapias ensinadas nas faculdades de medicina e outras instituições de cura. Rockefeller tinha como objetivo dominar o controle do petróleo, petroquímicos e produtos farmacêuticos (derivados de alcatrão de carvão ou petróleo bruto). Ele organizou para que sua empresa, a Standard Oil of New Jersey, adquirisse uma participação majoritária em um enorme cartel farmacêutico alemão chamado I.G. Farben. Rockefeller também atraiu concorrentes poderosos, como Andrew Carnegie e J.P. Morgan, como parceiros, ao mesmo tempo em que tornava outros, menos influentes, acionistas da Standard Oil. Aqueles que se recusavam a se unir ao grupo “eram esmagados”, segundo um biógrafo de Rockefeller (W. Hoffman, David: Report on a Rockefeller, Nova York: Lyle Stuart, Inc., 1971, página 24).
O relatório apresentado por Flexner à Fundação Carnegie foi intitulado Educação Médica nos Estados Unidos e Canadá. Na página 22 do relatório, lê-se:



